O II FÓRUM DA
EDUCAÇÃO DE JOVENS, ADULTOS E IDOSOS: EJAI É CULTURA apresenta um enfoque
diferente ao olhar para esta modalidade de ensino que utilizando as linguagens
do século XXI como meio de comunicação e expressão, reconhecendo assim, a
valorização a diversidade cultural existentes nas salas de aula da EJAI.
Os temas abordados
neste fórum tem como objetivo re-significar no contexto escolar e no diálogo as
diferentes culturas, para que professores que atuam na EJAI possam reconstruir
conhecimentos necessários a sua prática pedagógica em relação as interações sociais,
culturais e afetivas.
O que se pretende com o fórum é incentivar o professor da Educação de
Jovens, Adultos e Idosos a assumirem uma atitude ativa de investigação, de
pesquisa a respeito do conhecimento em geral e da sua própria prática,
selecionando, completando e reformulando a sua práxis pedagógica.

![]() |
A equipe da Coordenação da EJA agradece a Íris Thurler pela sua colaboração nos preparativos e recepção aos convidados. Sempre ajudando a Educação de Jovens, Adultos Idosos. |
Filomena H. Martinare apresentou o texto de abertura em Italiano.
![]() |
Aleksandra Abinasse Rupar Vieira apresentou o texto de abertura em Inglês. |
Muitos presentes no II Fórum da EJA.

Salão cheio ...
![]() |
Carlos Gustavo Muñoz apresentou texto de abertura em Espanhol |
![]() |
Saádia Cristina Bastos Silva Santos apresentou o texto de abertura em Francês. |
Portanto um papel necessária na
formação interdisciplinar dos alunos, seja crianças, jovens e adultos,
na
medida em que contribui para a construção da cidadania e favorece a
participação social, permitindo que
ampliem a compreensão do mundo em que vivem,
reflitam sobre ele e possam nele intervir.
As Disciplinas: nas reflexões feitas por Freire (1996) sobre os
saberes necessários à prática educativa, quando este afirma que ensinar não é
transferir conhecimento, que é fundamental que em sua prática pedagógica
cotidiana o professor compreender que necessita de outros saberes, além do
domínio do conteúdo da sua área de conhecimento, entre outros, o respeito aos saberes
do educando. Para Freire, isso remete a necessidade de entender que ensinar
exige humildade educacional para entender o educando como cidadão que já possui
uma leitura de mundo. “Na sua prática
cabe ao professor descobrir a melhor maneira de a partir do conhecimento
cultural do aluno ensinar o conhecimento escolar num processo onde o saber
científico só será apreendido quando o conteúdo tiver significado na vida do
educando” (FREIRE, 1996, p. 49).
Oficina de Ciências com a professora
Janaina F. Fernandes da Rocha.
Oficina de Matemática com o professor
Rodrigo O. Mancebo.
O Rapper: Em um país como o Brasil,
multiétnico e multicultural na sua formação sociocultural, a aquisição de
valores de outras organizações sociais, a nossa, vamos dizer, cultura - além do
fato de nossa própria formação multiétnica, a relação histórica de
subserviência a uma cultura predominante nos condiciona a imitar os padrões
comportamentais e estéticos vigentes nas grandes metrópoles. É assim, também
com o Rap Nacional e todo movimento cultural dele derivado. Fica patente que
nessas manifestações por suas variedades e multiplicidades, é notório que não
são todas as chamadas bandas de Rap nacionais que têm em sua temática,
preocupação social. Mesmo os Racionais Mc’s perpetuam o machismo em suas letras
onde as mulheres são tratadas como “...mulheres vulgares, uma noite e nada
mais...” Também existem os chamados ‘proibidões’, os ‘bondes’, entre outros, que
fazem claramente apologia ao crime e à prostituição, em detrimento a críticas
sociais. Mas é o potencial político pedagógico que nos interessa, sem inocência
e sem utopias, buscando o olhar imparcial no feitio de uma experiência concreta
com alunos da escola pública e de como é a interação entre esses, suas
realidades e o que disso pode ser aproveitado pela escola na construção da
denominada Educação Multicultural. (Fonte:
EducaRede Colômbia Tradução: Airton Dantas)
Oficina de Arte com Felipe Pereira da Silva Irmão



Oficina de Geografia com a professora
Jussara Gonçalves Camilo da Silva
Oficina de Língua Portuguesa com a professora
Alexandra Abinasse Rupar Vieira
Oficina de História com o professor
Maurício Grillo Júnior
Cada Oficina apresentou o RAP produzido de acordo com o tema sugerido por cada oficineiro e inserindo uma frase em diferente idioma.
![]() |
Grupo de Geografia |
![]() |
Grupo de Língua Portuguesa |
![]() |
Grupo de Matemática |
![]() |
Grupo de Ciências |
![]() |
Grupo de História |
![]() |
Grupo de Artes |
Nenhum comentário:
Postar um comentário